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  • Foto do escritorDivina Profana

Você é divina profana?


 

Você já sentiu que,

para pertencer a algo ou a alguém,

precisava abandonar uma parte sua?

 

Pois é, por muito tempo eu tentei me encaixar em alguns espaços que nitidamente não me cabiam e eu percebia que pra uma face minha pertencer, outra teria que ficar pra trás. Adivinha o que acontecia?


Eu me sentia infeliz e incompleta. até que com o passar dos anos, eu comecei o processo de autoconhecimento e passei pelo meu processo de despertar. Foi quando eu conheci o hermetismo e durante os estudos me deparei com uma frase: o divino se manifesta no profano.


Eu me reconheci nessa frase e me senti inteiramente pertencida, pois eu sou uma fusão de luz e sombra.


No meu lado divino, encontro a essência sagrada que pulsa dentro de mim, conectada a algo maior do que eu mesma, com poderes criativos e transformadores capazes de me posicionar no protagonismo da minha vida.


No meu lado profano, reconheço a minha humanidade em toda a sua complexidade. eu sou imperfeita, cheia de desejos, paixões e instintos que me impulsionam. tenho falhas, cometo erros e enfrento desafios, mas é justamente nesses momentos que encontro a oportunidade de crescer, de aprender com minhas experiências e me tornar uma pessoa mais completa.


Ao abraçar minha dualidade e minhas contradições, sou livre para explorar todos os aspectos do meu ser, sem medo ou julgamentos. É na intersecção entre o divino e o profano que encontro meu verdadeiro eu.


Eu sou divina profana. Aceito todas as partes de mim, desde as mais luminosas até as mais obscuras, que podem variar de acordo com a percepção de cada um. Não há contradição nisso, mas sim uma harmonia que se revela em cada escolha que faço, em cada ação que tomo. Honro a minha autenticidade e abraço todas as experiências que a vida me proporciona.


Eu quero ser um oráculo do universo, mas não quero fingir que sou santa, que não erro, que não tenho minhas vaidade, maus hábitos e defeitos. Não quero que ninguém olhe pra mim e pense que sou uma espécie de santa.


Sou livre para ser tudo o que sou e, assim, me coloco no protagonismo da minha vida e tenho o meu poder em minhas próprias mãos. sem querer pertencer a nada, pois eu pertenço a mim mesmo. Sou um pouco de tudo, um pouco de nada, mas sou só eu.


E você, se considera divina profana?

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